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Técnica e Interpretação Pianística

Projeto de Extensão desenvolvido no Instituto Villa-Lobos da UNIRIO, sob coordenação das Profas. Lúcia Barrenechea, Erika Ribeiro e Marina Spoladore

data

5 de abril de 2018

Também contaremos com Estela Caldi no Encontro!

Estela Caldi

Radicada no Rio de Janeiro desde 1969, Estela realizou seus primeiros estudos musicais na Argentina, sua terra natal. Fez duas graduações – licenciatura e bacharel – em piano no Conservatório Nacional de Música de Buenos Aires. Mais tarde, já no Brasil, ganhou o título de mestre em piano na Escola de Música da UFRJ, defendendo tese sobre Villa-Lobos, o que lhe valeu um convite para gravar o disco “Villa-Lobos por Estela Caldi” patrocinado pela Fundação Universitária José Bonifácio. Gravou também, em participações especiais, obras de Ronaldo Miranda e Caio Senna que a ela foram dedicadas. Gravou, em participação especial, com o saxofonista Leo Gandelman, o CD Origens, lançado em 2011. Como pedagoga, desenvolveu um importante trabalho na formação de muitos pianistas que hoje atuam indistintamente na música popular e erudita. Foi professora do Instituto Villa-Lobos do Centro de Letras e Artes da UNIRIO, até se aposentar em 2004. Fez apresentações na Europa e na América Latina como pianista solista e camerista além de tocar com orquestra, dando ênfase à música brasileira contemporânea. Tem um duo com Marcelo Caldi dedicado a obras para piano a quatro mãos, que tem como máximo objetivo levar ao conhecimento do público peças de grandes autores pouco tocadas. Seu trabalho com o Grupo LiberTango, desenvolvido com seus filhos Alexandre Caldi e Marcelo Caldi, é um velho sonho que se concretiza através de um trabalho de pesquisa apurado, da realização de shows cujo resultado está diretamente vinculado à excelência musical dos seus parceiros e do produto – até agora– de cinco cds que a orgulham pelo caminho escolhido.

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Leandro Braga vem compor nosso encontro!

leandro-braga

O compositor, pianista e arranjador Leandro Braga já gravou com diversos nomes da música brasileira, entre eles Beth Carvalho, Chico Buarque, Caetano Veloso, Simone, Djavan, Tim Maia, Fátima Guedes, Emílio Santiago, Elba Ramalho, Guinga, Leny Andrade, Fafá de Belém, Adriana Calcanhoto, entre tantos outros. Com Ney Matogrosso, atuou como diretor musical, arranjador e pianista em vários shows e CDs. Com amplo conhecimento musical, gravou diversos CDs, transitando por diferentes gêneros. Ao lado de Romero Lubambo, gravou jazz com Johnny Alf fez arranjos, composições e direção musical do álbum sobre a obra de Noel Rosa. Na MPB lançou o Pé na Cozinha, em parceria com músicos de primeira, como Zé Nogueira, Marçalzinho, Bororó, Ricardo Silveira, lhe rendendo três prêmios Sharp, em 1999. Depois veio o álbum em homenagem à Chiquinha Gonzaga, seguido pelo CD Primeira Dama – em que faz uma leitura instrumental da obra de Dona Ivone Lara, quando foi indicado ao prêmio Grammy Latino. Continuando sua trajetória musical, gravou um CD ao lado de Gilson Peranzzetta e João Carlos Assis Brasil, reeditando músicas das trilhas dos filmes de Charlie Chaplin. Em 2013, lançou Fé Cega, uma homenagem a Milton Nascimento. Além das composições do Bituca, o CD apresenta a música Sonhos de Juventude, composta por Leandro em tributo ao artista. Fora dos estúdios, Leandro foi responsável pela regência e direção musical da temporada paulista da ópera Evita. Escreveu vários trabalhos para Orquestras Sinfônicas, a exemplo da Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Petrobras Sinfônica e a Jazz Sinfônica de São Paulo.

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Marisa Rezende estará presente no nosso encontro!

Marisa Rezende

Nascida no Rio de Janeiro, Marisa Rezende é compositora e pianista, com mestrado e doutorado realizados na Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, e pós-doutorado na Universidade de Keele, Inglaterra. Foi professora da UFPe entre 1976 e 1987, e professora titular de Composição da EM/UFRJ até 2002, onde fundou o Grupo Música Nova em 1989. Trabalhou com artistas plásticos em instalações multimídia e recebeu em 1999 a Bolsa Vitae de Artes para compor o espetáculo “O (In)dizível”. Entre 2003 e 2008 compôs “Vereda, “Avessia”, e “Viagem ao Vento”, para orquestra sinfônica, estreadas pela OSESP e OSB. Entre 2011 e 2017 compôs “Olho d´água”, para conjunto de câmera, “Trama”, para violoncelo e orquestra de câmera, “Fragmentos”, para orquestra de câmera, e “Ciclo”, para quinteto misto, como encomendas para as XIX, XX, XXI, e XXII Bienais de Música Contemporânea Brasileira da Funarte. Recebeu, em 2016, a medalha Villa-Lobos da Academia Brasileira de Música,

como reconhecimento por sua obra.

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